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Mc Donald financia ativismo homossexual


Ao que tudo indica, servir Big Macs ao público não é mais suficiente para satisfazer a fome do McDonald’s de fazer um impacto cultural na sociedade. Lamentavelmente, como novo parceiro corporativo da Câmara Nacional do Comércio Gay & Lésbico (CNCGL) nos Estados Unidos, o McDonald’s está agora financiando ataques contra o casamento e contra a família.

A CNCGL promove não só negócios de proprietários homossexuais, mas também a agenda política homossexual em assembléias legislativas, cortes judiciais e o Congresso. Leis de criminalização ao pensamento (“crimes de ódio”), preferências de “direitos civis” homossexuais e transgêneros e benefícios para parceiros domésticos são questões prioritárias da CNCGL.

Richard Ellis, vice-presidente de comunicações do McDonald’s, recentemente foi nomeado para a diretoria da CNCGL. Num comunicado à imprensa, a CNCGL elogiou Ellis por sua “vasta experiência com as organizações de defesa GLBT”. É alarmante que o homem responsável pelas campanhas publicitárias do McDonald’s direcionadas às famílias agora será líder das campanhas da CNCGL para enfraquecer os valores tradicionais.

As campanhas da CNCGL em favor do homossexualismo ameaçam a família, a definição do casamento e a própria liberdade religiosa que estimamos com tanto amor.

Título original: “McDonald’s is funding homosexual activism–and I’m NOT lovin’ it!” Email informativo do Family Research Council de May 5, 2008

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O Mercado Gospel


Li este artigo de um renomado irmão, mas simples também, que escreve bastante artigo e até livros. Segue o desabafo de um ministro, como dizem os capxabas, “meteu o pé na porta”! Tire suas próprias conclusões:

biblia

Por João A. de Souza Filho (Joãozinho)
Fonte: Pavablog!

Eu estava tentando encontrar um adjetivo para qualificar os atuais cantores e pregadores que cobram elevadas somas em dinheiro para pregar ou cantar nas igrejas e em conferências promovidas por evangélicos, e achei que “mercador da fé” não é um adjetivo apropriado, porque é simples demais para nominar tais pessoas.

Pois bem. Vejo esses exploradores da boa-fé evangélica como prostitutos cultuais – que é a tradução da versão atualizada – para os que se prostituíam junto aos templos pagãos e que depois passaram a se prostituir diante do templo do Senhor em Jerusalém. Porque os prostitutos (as) cultuais mencionados na Bíblia exploravam os que se dirigiam ao templo para adoração oferecendo-lhes um pouco de orgia – orgia sexual revestida de espiritualidade, como alguns desses a que me refiro que falam línguas, profetizam, oram pelos enfermos, são místicos e super espirituais… Mas orgiofantes (como os sacerdotes que prestavam culto a Dionísio). Continuar lendo

Dízimo e Ofertas


Sem nenhuma dúvida, dizimos e ofertas hoje são um dos principais temas abordados dentro do cristianismo. Sabemos que existem até denominações onde esse tema é a principal coluna.Na verdade, o dizimo e as ofertas as vezes são fatores usados de forma manipuladora pela instituição religiosa. Não cabe julgar se os lideres cristãos tem revelação e entendimento sobre o tema, mas podemos afirmar que muitos cristãos leigos vivem aprisionados pela cobrança do dizimo, e pela extorsão de ofertas.

Vamos caminhar pelos textos biblicos e comentar sobre eles.

No antigo testamento, era explícito que a aplicação, ou a finalidade dos dizimos e das ofertas eram distintas.

Dt 26:12 “Quando acabares de separar todos os dizimos dos produtos do terceiro ano, que é o ano dos dizimos, então os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e a viuva, para que comam nas tuas cidades, e se fartem.”

Com este texto temos a clareza para saber onde aplicar os recursos provenientes de dizimos. Dizimos são de aplicação exclusiva à pessoas, para que se fartem. Deus esperava que cada israelita contribuisse com 10% dos seus recursos para o sustento de outras pessoas. Também notamos que os dizimos eram separados de colheita em colheita. Hoje em dia a ‘colheita’ pode ser mensal, quinzenal, diário, dependendo da atividade de cada um.

Depois vemos Deus se sentindo roubado pelo povo quando estes não lhe traziam os dízimos e ofertas. Roubado por que não havia mantimento na sua casa, para que os que viviam do oficio sacerdotal pudessem ser supridos em suas necessidades.

Ml 3:10 “Trazei todos os dizimos a Casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa…”

Os dizimos neste texto estão totalmente ligados a mantimento, comida, necessidades básicas de pessoas. Essa foi uma exortação, por que a orienteção já havia sido dada, e está no texto abaixo:

Nm 18:24 “Porque os dizimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao Senhor em oferta alçada, dei-os por herança aos levitas, pois Eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão”.

Aqui nós podemos entender que através dos dizimos, os Levitas eram sustentados. ( Levitas não existem mais, então aplicando para os dias de hoje, aqueles que vivem em tempo integral no ministério). Além de serem sustentados, eles funcionavam como distribuidores para os outros que viviam dos dizimos (orfãos, viuvas, estrangeiros).

Assim funcionava o Dizimo no Antigo Testamento. Agora vamos ver como funcionavam as ofertas.

As ofertas eram aperiódicas, e sempre eram levantadas para fins determinados. Sempre que se havia uma necessidade fisica, estrutural, e de comum uso, o lider conclamava o povo a ofertar ao Senhor para o determinado fim. Em algumas oportunidades, era tanta a generosidade do povo, que era necessário pedir para que parassem de ofertar.

Podemos concluir então que as ofertas eram destinadas para as questões estruturais do povo de Israel.

Exemplos:

* Quando Deus pediu para Moisés construir o Tabernáculo no deserto, ele levantou ofertas.

Exodo 35:4-9 “…Esta é a palavra que o Senhor ordenou: Tomai, do que tendes, uma oferta para o Senhor; cada um, de coração disposto, voluntariamente a trará por oferta ao Senhor…”

* Quando Deus pediu para Davi construir o Templo de Jerusalém, as ofertas foram expontâneas.

I Cronicas 29:2-9 “…O povo se alegrou com tudo o que se fez voluntariamente, porque de coração integro deram eles liberalmente ao Senhor…”

*Quando o Povo voltou da Babilônia e foram reconstruir o Templo.

Neemias 7:70-73 / Esdras 7:27-30

Aqui fica claro afirmarmos que a aplicação para dizimos é distinta da aplicação das ofertas. Todo Israelita tinha a consciência de que do fruto dos seus dizimos, haviam de ser supridas as necessidades dos Levitas, dos Orfãos, das Viúvas e dos Estrangeiros. E quando isso não acontecia, Deus os repreendia como aconteceu em Malaquias 3.
Todo Israelita também sabia que as ofertas poderiam ser levantadas de tempos em tempos, dependendo de como as necessidades fossem surgindo.

O Parâmetro da Nova Aliança

Nós sabemos que a nova aliança proposta por Jesus é superior à antiga, tanto em benefícios como também em responsabilidades.

Nós vemos que Jesus não trata mais de 10%. Essa lição já era para se ter aprendido e a superada. Quando Jesus trata com dinheiro, ele trata agora de 100%, como no encontro Dele com o jovem Rico (Mateus 19:16-22). A Igreja que se formou em Jerusalém, no início do livro de Atos (At 2:45), também via em suas finanças um desafio de 100%, e não simplesmente os
10% do antiga aliança.

Com isso não estamos ensinando que você deve dar 100% do recurso que vem a suas mãos… mas por outro lado estamos afirmando que não é simplesmente dando religiosamente 10% dos seus recursos que você já estará sem obrigações com Deus.

Jesus quer 100%. Isso quer dizer que todo o recurso que está em nossas mãos é Dele. Isso nos fala para pensarmos bem antes de gastarmos o recurso que Deus nos concede. Isso nos diz que 10% é o minimo que devemos contribuir, porém não devemos contribuir religiosamente, sem antes perguntar a Deus quanto Ele quer que estejamos investindo em seu Reino.
Pode se 10%, pode ser 20%… pode ser 50%… pode ser 100%. Isso tudo depende de ouvirmos vez após vez o quanto Deus está pedindo.

Isso aparentemente já era um assunto resolvido entre a Igreja do 1º Século e os Apóstolos, tanto é que não existe ensino no Novo Testamento sobre esse assunto.

Os textos do novo textamento que ensinam sobre finaças, são sempre exortando e incentivando os irmãos a contribuirem com generosidade, de acordo com o que houver proposto em cada coração (II Co 9:6-9). Isso nos fala de que cada Santo deve ouvir o Espirito Santo a respeito de
quanto deve contribuir, partindo do ponto de que fomos treinados e aprovados nos 10%, e de que Jesus nos pede 100%.

Paulo ensina aos irmãos de Corinto em I Co 16:2 para que semanalmente eles separassem as ofertas para os Irmãos pobres da Judeia. Devemos ter esse coração de misericordia, nos parecendo com Jesus até nas finanças: “…Jesus rico se fez pobre, para que todos pudessem ser ricos…” II Co 8:9

Podemos ver que a Igreja também institui pessoas cheias do Espirito para lidar com a atividade de receber as doações (dizimos e ofertas) e administrar a sua distribuição.

-Colocando aos pés dos Apostolos: Atos 4:37

-Homens para distribuir: Atos 6:1-7

Conclusão

Então irmãos, as coisas práticas que tiramos dessa meditação sobre Dizimos e Ofertas.

-Dizimos são para se empregar em Pessoas, sendo elas: Ministros de Tempo Integral, Orfãos, Viuvas e Estrangeiros.

-Ofertas são para cobrir despesas estruturais como: aluguel, água, energia, etc etc etc. Isso quando elas são necessárias.

-Quanto mais formos generosos, mais pessoas podem se dedicar em tempo integral, mais orfanatos podem ser abençoados, viuvas amparadas, estrangeiros auxiliados.

-Quanto menos despesas fisicas tivermos, mais poderemos investir em pessoas.

-Deus se importa muito com as suas financas, pois Ele conta contigo para fazer com que a vontade Dele aconteça na terra.

-Não se trata de dar os 10% religiosamente. Se trata de ouvirmos o Espirito Santo e obedecermos.

Por Victor José Vieira
Igreja na Grande Vitória/ES