Perdão por Canibalismo


Um ritual de celebração aconteceu na semana passada na pequena ilha de Erromango, ao sul do Oceano Pacífico. Parentes já bem distantes do missionário John Williams desembarcaram nesse local, por livre e espontânea vontade, porque foi lá, há 170 anos, que ele foi comido vivo por índios canibais. Esses parentes do missionário conversaram com os descendentes dos índios que o devoraram e disseram-lhes que concediam o seu perdão. “Os nativos não entenderam nada porque nunca estiveram atrás de perdão algum. Se há aqueles que querem se livrar definitivamente daquilo que chamam de “maldição do canibalismo”, e aí sim carecem do perdão segundo suas crenças primitivas, há também entre os jovens índios aqueles que lamentam que o canibalismo tenha acabado”, para sorte dos parentes dos parentes do missionário. No Brasil há um caso histórico do gênero. Em 1556, índios caetés comeram Pedro Fernandes Sardinha, bispo (romano) do Brasil. (istoé)

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