A História do Ano Novo


champagne.jpgÉ comum textos e artigos cristãos falando da origem pagã que cerca o natal e seus apetrexos: árvore de natal, papai noel e presentes. Mas você sabe qual a origem do ano novo? Esse artigo deveria ter sido postado no mês passado, mesmo assim, resolvi publicar, depois da data. Como dizem: “antes tarde do que nunca!”.

Diferentes culturas sempre comemoram a passagem do ano como um ritual festivo de representação do início de um novo ciclo de vida, novos acontecimentos, transformações e simbologia de renascimento. As primeiras comemorações tiveram início há cerca de 2 mil anos antes da era cristã, quando os antigos babilônios festejavam o recomeço do ciclo anual, época que coincidia, não casualmente, com o início da primavera no hemisfério norte e a plantação de novas safras.O ritual de comemoração do Ano Novo teve uma origem diretamente ligada à natureza, aos ciclos celestes e lunares e à agricultura – daí a idéia de recomeço, preservada até os dias atuais. A comemoração do povo da Babilônia durava vários dias e equivaleria, hoje, ao dia 23 de março. Foram os romanos que, em 1582, determinaram a mudança da data para o dia 1° de janeiro, período no qual as nações cristãs adotaram ao calendário criado pelo Papa Gregório VIII.

Com o passar do tempo, o calendário gregoriano tornou-se quase universal e foi introduzido em países como a França, Itália, Espanha e Portugal. As inevitáveis promessas feitas em toda passagem de ano – tão comuns quanto não cumpridas – também fazem parte de uma antiga tradição babilônica: ao invés de prometerem levar uma dieta a sério, arrumar namorado ou parar de fumar, eles juravam devolver os equipamentos de agricultura emprestados de amigos.

Os gregos utilizavam um bebê como tradição simbólica do Ano Novo, desfilando com ele em homenagem a Dionísius, o deus do vinho. O ritual representava o espírito da fertilidade pelo renascimento anual desse deus. Foi só em 1885, na França, que se criou a palavra hoje popularizada “Reveillon”. Foi lá também que utilizou-se pela primeira vez a expressão “fim de século”.

Resolvi postar para conhecimento geral. Tire suas próprias conclusões.

Se desejar, deixe seu comentário.

Deus abençoe e boa semana!

Fonte:
Artigo de Fernanda Miguel e Laila Vanetti
Scritta – Estruturando a Linguagem

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7 Respostas para “A História do Ano Novo

  1. «Foram os romanos que, em 1582, determinaram a mudança da data para o dia 1° de janeiro,» – Você me mata de riso!

  2. Já que a origem do ano Novo, é de festas pagãs
    e nao Biblica, por que as igrejas festejam aquilo que teve origem nas religioes pagãs.
    Eu Pessoalmente encaro essas festas como idolatria.
    Se eu estiver errado, me prove isso.
    Quando Cristo esteve em Israel, ele condenou o sistema religioso daqueles dias, eles os Fariseus, escribas e outros eram pessoas respeitadas na ocasiao, mais cristo os condenou.
    Crsito estar bem prróximo. O que ele dirá aos pastores e padres dos dias atuaisquando chegar?
    as igrejas de hoje formenta a felicidade com base nos bens materiasi, nos estudos e assim por diante,
    No entanto Pedro era um simples pescador, o apostolo paulo deixou seu trabalho de advogado para viver de vendr tendas. mostrando que a felicidade bem de fazer o que é correto aos olhos de Deus, e nao das coisasa da terra.

    • As comemorações de ano-novo são próprias para os cristãos?
      “A TARDE que antecede o ano-novo é uma calmaria fora do comum”, comenta Fernando, um médico brasileiro. “Então, a partir das 11 horas da noite, começa a aparecer uma enxurrada de pacientes com facadas, com ferimentos causados por tiros, jovens que se machucaram em acidentes de carro e mulheres casadas espancadas. O álcool quase sempre está envolvido.”
      Tendo em vista os comentários acima, não é de admirar que um jornal brasileiro tenha-se referido ao ano-novo como “o dia internacional da ressaca”. Uma agência de notícias européia observa que “o ano-novo é para os hedonistas leigos” e acrescentou que “trata-se de mais uma rodada na eterna batalha do homem contra as bebidas alcoólicas”.
      É verdade que nem todos comemoram o ano-novo bebendo muito e agindo com violência. De fato, muitos têm lembranças agradáveis dessa ocasião. “Quando criança, mal podia esperar pelo ano-novo”, diz Fernando, mencionado anteriormente. “Sempre havia muitos jogos, comida e bebida. À meia-noite, a gente se abraçava, beijava e cumprimentava dizendo: ‘Feliz ano-novo!’”
      Da mesma forma, muitas pessoas hoje acham que conseguem comemorar o ano-novo sem exageros. Ainda assim, os cristãos fazem bem em examinar a origem e o significado dessa festa popular. Será que a celebração de ano-novo se choca com os ensinos bíblicos?
      Uma olhada no passado
      Antigas inscrições indicam que as comemorações de ano-novo datam de 3000 AEC, na Babilônia. Celebrada em meados de março, essa festividade era decisiva. “Nessa ocasião, o deus Marduque resolvia qual seria o destino do país no ano seguinte”, comenta The World Book Encyclopedia. A comemoração do ano-novo dos babilônios durava 11 dias e incluía sacrifícios, procissões e ritos de fertilidade.
      Por um tempo, o ano-novo dos romanos também começava em março, mas, em 46 AEC, o imperador Júlio César assinou um decreto estabelecendo o início dele em 1.° de janeiro. Esse dia já era dedicado a Jano, o deus das origens, e a partir daí também marcaria o início do ano romano. A data havia mudado, mas o clima de festa continuava. A Cyclopedia de McClintock e Strong relata que, em 1.° de janeiro, as pessoas “entregavam-se a intemperança e a várias formas de superstições pagãs”.
      Ritos supersticiosos têm seu lugar nas comemorações de ano-novo até nos dias de hoje. Por exemplo, em algumas regiões da América do Sul, as pessoas saúdam o ano-novo apoiadas apenas no pé direito. Outros tocam buzinas e soltam rojões. Segundo um costume tcheco, come-se sopa de lentilhas no ano-novo, ao passo que a tradição eslovaca dita que se deve colocar dinheiro ou escamas de peixe debaixo da toalha de mesa. Esses rituais, cujo objetivo é espantar a má sorte e garantir a prosperidade, simplesmente perpetuam a antiga crença de que a virada do ano é uma ocasião para decidir destinos.
      O que a Bíblia diz sobre isso
      A Bíblia alerta os cristãos a ‘andar decentemente, não em festanças e em bebedeiras’. (Romanos 13:12-14; Gálatas 5:19-21; 1 Pedro 4:3) Visto que as comemorações de ano-novo se enquadram exatamente nos excessos que a Bíblia condena, os cristãos não participam nessas festividades. Isso não quer dizer que são uns “desmancha-prazeres”. Muito pelo contrário, eles sabem que a Bíblia diz diversas vezes aos adoradores de Deus que se alegrem, e por vários motivos. (Deuteronômio 26:10, 11; Salmo 32:11; Provérbios 5:15-19; Eclesiastes 3:22; 11:9) A Bíblia também reconhece que a comida e a bebida andam de mãos dadas com a alegria. — Salmo 104:15; Eclesiastes 9:7a.
      No entanto, conforme já observamos, as comemorações de ano-novo estão arraigadas em costumes pagãos. A adoração falsa é impura e detestável do ponto de vista de Jeová e os cristãos rejeitam costumes que têm essas origens. (Deuteronômio 18:9-12; Ezequiel 22:3, 4) O apóstolo Paulo escreveu: “Que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso, que harmonia há entre Cristo e Belial?” Ele tinha bons motivos para acrescentar: “Cessai de tocar em coisa impura.” — 2 Coríntios 6:14-17a.
      Os cristãos se dão conta de que participar em ritos supersticiosos não garante felicidade nem prosperidade — especialmente porque esse tipo de celebração incorre no desfavor de Deus. (Eclesiastes 9:11; Isaías 65:11, 12) Além do mais, a Bíblia adverte os cristãos a serem moderados e equilibrados na conduta. (1 Timóteo 3:2, 11) É claro que seria impróprio para alguém que alega seguir os ensinamentos de Cristo participar em comemorações que se caracterizam por excessos.
      Por mais atraentes e agradáveis que pareçam ser as comemorações de ano-novo, a Bíblia nos exorta a ‘cessar de tocar em coisa impura’ e a ‘purificarmo-nos de toda imundície da carne e do espírito’. Para os que lhe obedecem, Jeová oferece a calorosa garantia: “Eu vos acolherei. . . . Eu serei pai para vós e vós sereis filhos e filhas para mim.” (2 Coríntios 6:17b-7:1) De fato, ele promete bênçãos eternas e prosperidade a todos os que são leais a ele. — Salmo 37:18, 28; Revelação (Apocalipse) 21:3, 4, 7.
      [Nota(s) de rodapé]
      Quando Paulo se referiu a ‘festanças e bebedeiras’, ele talvez estivesse falando também das comemorações de ano-novo, visto que já eram populares em Roma no primeiro século.

      • Ola ,tudo bem? Tudo o voce disse é verdade e assino embaixo,porque sou Testemunha de Jeova , e Jeova Deus (o verdadeiro Deus) odeia estas festas pagas!

  3. Ótimo texto. Gostaria de acrescentar com meu ponto de vista. Se formos pensar de onde tudo se origina, todos pecaram e estão longe de Deus, então se vamos chamar profanas expressões culturais como o natal, reveillon, também será profana a Internet, a TV, o rádio, o capitalismo, logo o calvinismo e o próprio evangelho que é sua base. Então o que resta é apenas Deus e a manifestação de seu filho Jesus Cristo, que não usurpou ser igual a Deus [...] mas morreu para nos salvar, e ainda assim porque não buscou um reino terreno, mas o celestial, pois não construiu templos de pedras, mas de carne e sangue para ser habitação do seu Espírito Santo, não pelo que merecemos, porque não seríamos dignos, eu pelo menos não, mas pela sua graça. Fico com a prece que o mestre fez: “Pai não te peço que os tire do mundo, mas os livre do mal”.
    Que cada um guarde seu depositório em honra a Deus, e saiba discernir as festas, tempos, escolhas, e como se portar diante dEle, seja aonde estiver. Acho que mais sério do que a origem da festa, é o espírito que influencia as pessoas em em seu contexto.
    Abraço.

  4. p. 223 Devemos comemorar feriados ou dias santificados? ***
    A data e os costumes ligados às comemorações de Ano-Novo variam segundo o país. A respeito da origem dessa celebração, a enciclopédia World Book diz: “O governante romano Júlio César fixou 1.° de janeiro como Dia do Ano-Novo, em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões, das portas e dos começos. O mês de janeiro deriva seu nome de Jano, que tinha duas faces — uma voltada para frente e outra para trás.” Portanto, as celebrações de Ano-Novo baseiam-se em tradições pagãs.

    p. 171 – p. 172 Feriados ***
    São objetáveis para os cristãos as celebrações do Ano-novo?
    Segundo The World Book Encyclopedia, “o governador romano Júlio César fixou 1.° de janeiro como o Dia do Ano-novo em 46 AC. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões, das portas e dos começos. O mês de janeiro deriva o nome de Jano, que tinha duas faces — uma voltada para frente e outra para trás.” — (1984), Vol. 14, p. 237.
    Tanto a data como os costumes associados com as celebrações do Ano-novo variam de país para país. Em muitos lugares fazem parte das festividades a folia e a bebedice. Entretanto, Romanos 13:13 aconselha: “Andemos decentemente, como em pleno dia, não em festanças e em bebedeiras, nem em relações ilícitas e em conduta desenfreada, nem em rixa e ciúme.” (Veja também 1 Pedro 4:3, 4; Gálatas 5:19-21.)

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